(Vista aérea do LEP)
Durante a primeira fase de funcionamento
O acelerador
LEP (Large Electon Positron collider) no CERN
funcionou entre 1989 e 2000. Com um perímetro de 27 km, LEP foi o
maior acelerador electrão-positrão construído até
hoje. O LEP acelerou electrões e positrões fazendo-os colidir
nas zonas experimentais, onde se situam os detectores. Da aniquilação
electrão-positrão resultava uma elevada densidade de energia,
comparável à libertada durante as primeiras fracções
de segundo após o Big Bang.
(LEP1 1989-1995)
a energia de colisão foi de aproximadamente 91 GeV
de forma a produzir com elevada estatística o bosão Z0 . Os
bosões Z0, W + e W- descobertos em 1983 no CERN em conjunto
com o fotão, são os mediadores da interacção
electrofraca.
(Túnel de LEP)
(ressonância do Z0)
A teoria que
procura explicar as partículas elementares e as interações
fundamentais, conhecida por "Modelo Padrão", foi extensivamente testada
em LEP1, tendo sido realizadas várias medidas de precisão.
Desde o fim de 1995 que a energia
de centro de massa foi aumentada (LEP2) tendo-se atingido o valor de 209
GeV. O aumento de energia veio permitir a criação de pares
de partículas W + W- , abrindo-se um novo capítulo no estudo
do modelo padrão, com a pesquisa sistemática do bosão
de Higgs e de partículas exóticas.